Jovens, adolescentes e crianças, depredando patrimônio público, agredindo professores e funcionários da escola, enfrentando a força policial, em suma, atacando, na sua louca fúria, a tudo e a todos.
O senso comum diria: se esses jovens estão se comportando dessa maneira, não resta outra alternativa senão puni-los severamente, seja com a expulsão da escola – o mínimo – seja até com cadeia.
Mas quem disse que o senso comum prevalece entre as “elites pensantes” brasileiras? A balela de sempre já começou a ser veiculada nos jornais de hoje: os jovens vândalos, ops!, digo, os “jovens educandos” são “vítimas do sistema capitalista opressor”; estão, apenas e tão-somente, manifestando sua “insatisfação com o estado atual de coisas”; estão muito justamente se “rebelando contra a injustiça social, a exclusão social” ou outro social qualquer que o leitor, com imaginação fértil, queira incluir na lista do esquerdismo-coitadista-progressista. Em suma, os culpados pela depredação da escola, pelo ataque aos professores e às autoridades policiais não são os jovens vândalos, leitor, não senhor!; somos nós!, representantes da sociedade má e opressora.
O ocorrido na escola é apenas mais um, mais um dos inúmeros e infindáveis exemplos do verdadeiro desastre que o marxismo cultural está a promover na vida brasileira. Jovens destruindo escolas?!; jovens atacando, com facas e armas de fogo, professores e autoridades policiais?!; isso é sinal, escandaloso sinal, da destruição da idéia de autoridade; a autoridade foi aniquilada no Brasil: o marxismo cultural, o “progressismo iluminado” do beautiful people, da intelligentsia, atacou, com grande sucesso, todas as formas de autoridade social: autoridade da família (pai e mãe), autoridade das leis, autoridade da religião, autoridade da polícia, autoridade dos mestres e professores etc. Não restou, salvo raras exceções, pedra sobre pedra. Exercer autoridade hoje em dia, impor regras mínimas de bom comportamento, decência, convivência e decoro é tachado de “reacionário”, “ditatorial”, “autoritário” etc.
Resultado? Esse aí que vocês estão vendo: baderna, violência e anarquia. Jovens que não se comportam mais como jovens, mas como loucos insanos, violentos e depredadores.
Autoridade, ordem, respeito: estes valores formam a base de qualquer sociedade civilizada; sem eles não há possibilidade de convívio, pois não existe a confiança, a amizade da qual falava Aristóteles; reina, ao contrário, o medo, a suspeita generalizada; a vida social, ao invés de uma benção dos céus, transforma-se num grande inferno.
Um comentário:
Caro amigo, assino embaixo. O Estatuto da Criança e do Adolescente é uma lei nefasta. Meu sonho é que a grande imprensa percebesse isso e promovesse uma desobediência civil contra o Estatuto, começando por mostrar a cara dos menores infratores, como esses embriõezinhos de bandido que depredaram a escola. O Estatuto é a droga legal que a esquerda injetou nas veias da sociedade brasileira para destruí-la em suas bases. Ele transformou as escolas em verdadeiros antros de criminalidade.
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